Nossa história

A Confederação Nacional das Instituições Financeiras – CNF foi instituída em 25 de outubro de 1985, na época em que tomaram corpo os debates em torno do texto da nova Constituição Federal. A partir daquela data, as entidades que atuam nos diferentes segmentos do mercado financeiro passaram a agir unificadas no campo político-institucional. Na qualidade de entidade máxima do sistema financeiro, a CNF representa o setor perante a sociedade e o Estado brasileiros, bem como participa do debate das grandes questões nacionais.

Da primeira reunião, no Nacional Clube (Avenida Angatuba 703, em São Paulo, SP), participaram oito entidades fundadoras, a saber: Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (ABECIP); Associação Brasileira das Empresas de Leasing (ABEL); Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (ACREFI, então denominada AMECIF); Associação das Empresas Distribuidoras de Valores (ADEVAL); Associação Nacional das Corretoras de Valores, Câmbio e Mercadorias (ANCOR); Associação Nacional dos Bancos de Investimento (ANBID); Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro (ANDIMA); e Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN). Também participaram representantes de empresas de crédito, investimentos e financiamentos. Naquela ocasião, foram aprovados os Estatutos Sociais da nova entidade e eleitos pela Assembléia (agora denominada Conselho de Representantes) os primeiros administradores da Confederação.

É no âmbito da CNF que os diversos agentes que compõem o Sistema Financeiro Nacional harmonizam seus interesses e definem estratégias, seja para defesa de posições consensuais, seja para promoção da contribuição coletiva para a agenda nacional. A entidade patrocina debates e participa das discussões dos temas de interesse do Brasil, mediante atuação intensa e transparente pelos canais apropriados dos órgãos públicos e entidades da sociedade civil. Essa prática contribui para sedimentar, junto à opinião pública, a imagem de um setor não só moderno e eficiente, mas também responsável e consciente do seu papel no desenvolvimento econômico e social do país.